8 nutrientes importantes para a saúde

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Consumir todos os nutrientes essenciais e na medida certa é fundamental para o bom funcionamento do organismo e para a prevenção de doenças cardiovasculares, crônicas, a obesidade, diabetes, entre outras. Os benefícios são diversos tanto para saúde física quanto mental. Além disso, a aquisição de bons hábitos alimentares aumenta a disposição para o desenvolvimento de tarefas no cotidiano do idoso.

Veja quais nutrientes não podem faltar no seu prato:

Zinco

Com a passagem dos anos o idoso pode apresentar uma diminuição natural da imunidade. Por isso, é importante consumir alimentos ricos em zinco, pois o mineral ajuda a aumentá-la e ainda tem ação antioxidante, desacelerando o envelhecimento das células. Uma maneira de adquirir zinco é consumindo oleaginosas, como nozes e castanhas, carnes vermelhas e arroz integral.

Cálcio

Um dos problemas enfrentados por quem está na terceira idade é o desgaste ósseo que acarreta no aparecimento da osteoporose. Para manter os ossos fortes e saudáveis é importante incluir na dieta alimentos fontes de cálcio como: leite, gergelim, verduras de folhas verde-escuras e a quinoa. Lembrando que o cálcio é importante também para o bom funcionamento do ritmo cardíaco e para a saúde do cérebro.

Vitamina D

Essa vitamina ajuda o organismo a absorver o cálcio e a metabolizá-lo no osso. Outra vantagem do consumo da vitamina D é que ela melhora a absorção intestinal e da capacidade da pele de produzir o seu precursor, a vitamina D3. Contudo, deve ser consumido com moderação, pois em excesso pode levar à hipercalcemia – concentração elevada de cálcio no organismo – e causar cálculos renais ou constipação intestinal. Pode ser adquirida através da exposição solar ou pelo consumo de cápsulas de óleo de fígado de bacalhau.

Fibras

O consumo de alimentos ricos em fibras reduz problemas com prisão de ventre. Por isso, é importante investir em: linhaça, farelo de trigo, farinha de arroz e farinha de aveia que pode ser acrescentados às frutas ou no mingau.

Potássio

Ele ajuda a reduzir os níveis de sódio no organismo, diminuindo o risco de hipertensão arterial e derrame. Outra vantagem é que esse mineral ajuda combater à prisão de ventre. Pode ser encontrado em: banana, soja, damasco, abacate, iogurte, ameixa, melancia, feijões e ervilha.

Ômega-3

Estimula a comunicação entre as células nervosas e, com isso, atua na prevenção de doenças como o mal de Alzheimer, Parkinson, depressão, perda de memória e de concentração. Pode ser encontrado em alimentos como sardinha, salmão, atum e cápsulas de óleo de peixe.

Antioxidantes

O consumo de alimentos com propriedades antioxidantes ajuda a combater a ação dos radicais livres dentro das células. Pode ser encontrado: laranja, cenoura, abóbora, vegetais folhosos como couve e espinafre, nas frutas cítricas e vegetais como brócolis e pimentão.

Vitaminas do Complexo B

As vitaminas B1, B6, B12 e ácido fólico atuam no metabolismo de carboidratos, proteínas e gorduras. Elas aumentam o sistema imunológico e ainda melhoram o funcionamento do cérebro, pois protege os tecidos nervosos contra a oxidação

fonte: https://www.aterceiraidade.com/vivendo-com-saude/nutrientes-importantes-saude-do-idoso

Psicologia se rende aos estudos sobre o envelhecimento

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Daniel Alaphilippe e Nathalie Bailly lançaram em 2014, em Bruxelas, um estudo sobre a Psicologia do adulto idoso com dados interessantes.

Fazem uma crítica à Psicologia que sempre priorizou em seus estudos a infância e as patologias do adulto, mas não pode ignorar que o envelhecimento é uma característica incontornável da vida humana (em particular).

Se no decurso dos séculos a idade média de vida era de 30 anos, alguns casos apontavam para a longevidade humana de maneira notável como, por exemplo, no século XII a rainha Leonor de Aquitânia que viveu 80 anos e teve uma dezena de filhos.

O século XX foi uma verdadeira revolução no sentido de alcançar a longevidade, sobretudo nos países desenvolvidos. Na França a esperança média de vida passou entre 1900 e 2000, de 48 para 79 anos, aumentando cerca de 3 meses por ano. Em 2011 estabelece-se em 84,8 anos para as mulheres e 78,2 para os homens.

As causas dessa longevidade recaem sobre o progresso da medicina, as práticas higiênicas e de prevenção e a vacinação, além do fato de que as condições de vida humana tornaram-se menos duras. As condições de longevidade também estão associadas ao nível de desenvolvimento social de um país e entre os países. A esperança de vida no Afeganistão é de apenas 45 anos. Continuar lendo